Visitar o recém-nascido exige cuidados

23:45


Na gestação da Dri, eu pensava que quando ela nascesse receber visitas das pessoas para vê-la seria algo agradável e querido. Após seu nascimento eu pude ter outra visão, preferia que as pessoas que quisessem nos ver, fizessem isso enquanto estivéssemos na maternidade, pois receber as visitas em casa, era algo definitivamente cansativo, que além de nos pegar de surpresa, me incomodava muito pelo fato das pessoas não terem os devidos cuidados. Eu nos primeiros meses de vida da Dri, me tornei uma pessoa totalmente protetora, ciumenta e cri-cri, me sentia uma leoa querendo proteger a todo custo a cria recém-nascida...
Com a chegada do Bernardo, quero deixar claro para os amigos e familiares, que prefiro receber as visitas na maternidade.
Dando uma pesquisada na internet, encontrei essa matéria no site da Revista Crescer que fala sobre os cuidados com as visitas aos recém-nascidos, achei super interessante e resolvi compartilhar aqui no blog.


Precisa proibir mesmo as visitas?
De acordo com Graziela Del Ben, neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim (SP), o ideal é que os amigos e familiares esperem pelo menos até o bebê completar dois meses, quando ele já recebeu mais vacinas. "É difícil evitar, mas sempre recomendamos aos pais que peçam para as pessoas aguardarem um pouco", explica a médica. "Quando for inevitável, é preciso pedir que as pessoas tenham muito cuidado, lavem as mãos, usem álcool gel... ", recomenda.


Como agir com quem quer conhecer o bebê?
E como fazer nos casos como os citados pelo estudo, em que os próprios membros da família transmitem a doença? Segundo Graziela, quando há o menos sinal de secreção, tosse ou espirro, é preciso mesmo evitar o contato. "Se o irmãozinho estiver resfriado, é importante explicar que não pode ficar pegando ou beijando o bebê, porque ele pode ficar doente também", orienta.

É complicado segurar a empolgação das pessoas. Se for a primeira criança da família, então, fica ainda mais difícil. Os pais precisam ter calma e entender que, na maior parte das vezes, tudo não passa de uma demonstração de carinho. No entanto, a saúde da criança deve falar mais alto. "É possível dizer com toda a clareza: 'Estamos ansiosos para que conheçam o nosso bebê, mas é mais seguro para ele esperar um pouquinho para receber visitas. O que acham de virem... ' e aí sugerir uma data", exemplifica Lígia Marques, consultora de etiqueta de São Paulo (SP).

Se a pessoa estiver resfriada, então, não dá nem para ter constrangimento. Nos casos em que o próprio amigo ou parente não percebe e, mesmo assim, quer visitar a criança, o jeito é falar mesmo. "Diga, sem medo: 'Vejo que está resfriado (a). Vamos deixar a sua visita para quando você sarar, tudo bem? O bebê ainda é fraquinho. Ele vai gostar de ficar no seu colo e dessa maneira não poderá nem chegar perto", sugere a especialista.



Quando a visita estiver em casa


Nos casos em que os pais topam receber visitas, há situações constrangedoras. Há famílias que não gostam que as pessoas peguem o bebê no colo. O que fazer nessa situação? Será que existe alguma maneira mais delicada de falar isso? Para Lígia, essa é bem delicada, mas é um direito dos pais. Nesse caso, você pode dizer algo como: "Desculpe, sou uma mãe bem chata mesmo! O bebê é pequeno demais e sua imunidade é frágil. Não estou deixando ninguém pegá-lo no colo, a não ser eu e o pai". Mas atenção! Ao assumir essa postura, para não ficar chato, não dá para deixar ninguém mesmo, nem os avós, segurarem a criança na frente da visita.

Se você não tem problemas em deixar os amigos segurarem seu filho, mas, claro, não abre mão da higiene, é preciso deixar isso explícito. Será que dá para pedir que as pessoas lavem as mãos, sem ser indelicada? Dá sim! "Uma ideia é colocar um aviso simpático no quarto, como um bebezinho pedindo: 'Ainda sou muito pequeno e algumas coisas podem me fazer mal. Por favor, lave suas mãos antes de me pegar no colo'". Outro sinal sutil, que pode funcionar bem, é deixar um frasco de álcool gel em um local bem à vista.


E vocês? O que acham disso? 
Deixem seus comentários!
Um beijo e até a próxima...

Fonte: Revista Crescer
Imagem: Google

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1 comentários

  1. Esse assunto é mesmo delicado. Tem que ter muito carinho para falar e dizer tudo direitinho sem magoar. Eu mesma qd visito bebê além de levar o meu próprio álcool gel faço questão de os pais me verem fazendo a lavagem das mãos e também só gosto de pegar o bebê qd os pais me oferecem e ainda peço um lençolzinho para proteger ainda mais o bebê, isso porque eu reconheço que viemos da rua e não sabemos o que podemos transmitir. Como disse é um assunto delicado mas necessário. Um bom dia Bjs

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