Papo de gestantes: A pré-eclâmpsia (Parte 2)

16:51


A primeira delas é seguir uma dieta equilibrada. E não adianta cortar o sal, até porque ele tem iodo, um mineral importante para o desenvolvimento do feto.  O fundamental é que esse cardápio, além de fornecer todos os nutrientes, não favoreça o ganho excessivo de peso — que,  aliás,  pode  ser um estopim para a pré-eclâmpsia naquelas mulheres com tendência ao problema.
O obstetra deve fazer um acompanhamento ainda mais próximo para evitar que os picos de pressão rendam complicações para a mãe e para o bebê. Afinal, ela tem uma pré-eclâmpsia, e o que não se quer, de jeito algum, é que ela tenha a eclampsia propriamente dita, uma  elevação  da
pressão  tão severa  que é  capaz  de  causar convulsões. Os sinais da ameaça são dor de cabeça — principalmente frontal e na nuca —, dor forte na boca do estômago, tontura e visão de pontinhos brilhantes. No caso da mulher com pré-eclâmpsia, sentir um único desses sintomas já é motivo para procurar auxílio médico. Se ela não consegue localizar seu obstetra depressa, então deve ir para a maternidade em vez de correr risco. Mas a gestante com pré-eclâmpsia que se cuida e segue à risca  as orientações  dificilmente  chega  a  esse  ponto. O que pode ocorrer é o obstetra optar por antecipar o parto quando a pressão da grávida está alta
e  o uso de medicamentos anti-hipertensivo não está surtindo efeito para garantir que mãe e filho fiquem muito bem.


Quando surge o problema

Os picos de pressão costumam surpreender a gestante depois do quinto mês. Mas sempre existem exceções. Nos casos de doença molar— quando a placenta se transforma em um tumor —, a pré-eclâmpsia aparece logo no início da gravidez. Ela também pode não demorar tanto para dar as caras se a mulher tem problemas de tireoide. Finalmente, quem espera gêmeos apresenta maior probabilidade de ter pré-eclâmpsia porque tem mais placenta no útero, o que aumenta o risco de desenvolver a doença.


Bebês menores

Nem tanto a pré-eclâmpsia em si, mas a placenta mal grudada que tem a ver com ela, pode afetar a passagem de nutrientes para o feto.
Isso pode atrapalhar seu crescimento e, por isso, os filhos de gestantes com esse problema de pressão tendem a nascer um pouco menores.

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2 comentários

  1. Por isso que é muuuito importante comparecer religiosamente as consultas de pré natal. Minha irmã teve e ficou em observação constante!
    Parabéns pela postagem informativa!
    Beijos!
    Equipe Cantinho das Mamães Corujas

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  2. É verdade!!
    Graças a Deus na minha gestação, compareci a todas as consultas e fiz todos os exames!
    Obrigada e voltem sempre!!

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