Papo de gestantes: O Parto Normal (Parte 2)

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Algo que costuma preocupar muitas futuras mães é a velha história de o cordão umbilical estar enrolado no pescoço. Mas isso, em si, não impede
o parto normal. Se o cordão está enrolado, os batimentos cardíacos do  bebê são monitorados. E, se houver uma queda nesses batimentos, o que sugere que o cordão está apertado demais e prejudicando a circulação, aí então o médico pode pensar em uma cesárea. Na maioria das vezes,  porém,  ele  permanece frouxo,  sem atrapalhar.  E o obstetra o desenrola mal a criança nasce.
Outro medo é o de sentir dor na hora de dar à luz. Mas hoje, vale saber,  já é possível passar pelo parto normal praticamente sem sofrer com as contrações. Elas são aliviadas pela anestesia.  Já algumas mulheres ficam  inseguras em relação à duração do trabalho de parto — tempo que, diga-se, varia bastante de acordo com cada gestante. Quando se torna muito demorado, o médico pode recorrer a medicamentos que aceleram as contrações uterinas.  Isso só é feito, porém, quando o bebê tem bom peso  e está bem de saúde. De uma coisa todos podem estar certos: os benefícios do parto normal tanto para a mãe quanto para o filho são  muitos.  Para começo de conversa, quando o bebê atravessa o canal vaginal, que é uma espécie de túnel apertado, seu corpo fica comprimido. Isso é ótimo porque provoca a expulsão de toda água dos pulmões e  facilita os primeiros movimentos respiratórios.
Para a mãe, o parto normal permite a retomada mais rápida de atividades  simples, como se sentar e andar. A cicatrização dos pontos da episitomia  —  o  corte  realizado  em  algumas mulheres para facilitar a expulsão da criança — também costuma acontecer em até 15 dias. O pós-parto é  quase indolor. Assim, a mãe tem mais disposição para cuidar do recém-nascido e curtir a grande novidade da sua vida.


Os preparativos

Na maternidade, alguns procedimentos são realizados antes do parto em si. O primeiro deles é a limpeza do canal vaginal e uma levíssima raspagem dos pelos pubianos só na região onde poderá ser feita a episiotomia, um corte na lateral do períneo, região entre a vagina e o ânus. Isso não ocorre sempre. A episioteomia é realizada na maioria das vezes para facilitar a saída do bebê e proteger os músculos e outras estruturas do corpo da mãe. Ela só não é necessária quando
o bebê é pequeno. Vale saber que a lavagem intestinal, como parte
da preparação, foi abolida.


Fórceps, o que é isso?

Um instrumento médico que ainda costuma ser utilizado em alguns partos normais é o fórceps. Parece um par de colheres longas e vazadas. Recorre-se a ele para ajudar a retirar o bebê quando
o pequeno fica parado no canal vaginal — uma ajuda que traz
um alívio e tanto para a criança e para a mãe. Atenção: a mulher não sente quando o instrumento é colocado, já que está anestesiada.
Nem a criança: as “colheres” se encaixam nas laterais de sua cabeça, sem machucá-la.


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1 comentários

  1. tem selinho pra vc no meu blog...bjos Luana

    http://www.segunda-viagem.blogspot.com.br/2012/11/novo-selinho.html

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