Papo de gestantes: Diabetes na gravidez (Parte 2)

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É possível controlar o diabete por meio da alimentação e da prática de uma atividade física regular. Só naqueles casos em que isso não é suficiente para reduzir os níveis de açúcar no sangue o uso da insulina se faz necessário. O ideal é que o cardápio seja orientado por uma  nutricionista,  mas  o importante  é  manter  refeições  equilibradas,  sem  exageros,  em  intervalos regulares. Os exercícios devem ter intensidade  moderada  e  precisam  fazer parte da  rotina diária,  com muita disciplina.  Não adianta fazer ginástica de segunda a sexta e descansar no
final de semana — para a grávida com diabete, é a constância que faz efeito e evita os picos de glicose na circulação. Essas medidas resolvem a maioria dos casos. Apenas 25% das gestantes precisam da insulina. E, no  caso, a grávida pode ficar tranquila  porque o medicamento não faz mal ao bebê. Além disso, é preciso manter um controle diário da glicemia, o  nível de açúcar, principalmente depois das refeições.  Isso significa usar  aparelhos que  dosam  a  glicose  por  meio de uma pequena picada no dedo para analisar  uma gota  ínfima de  sangue.
É simples, eficiente e não dói!


Mesmo tomando todos os cuidados, o diabete pode fugir ao controle e provocar problemas nos rins, na circulação e elevar a pressão arterial. Se isso acontece, o parto costuma ser antecipado.
Por isso o número de casos de prematuridade entre as gestantes
diabéticas é maior. Mas boa parte delas segue até o final da gestação com tranquilidade. Tudo é uma questão de fazer um bom acompanhamento e controlar o açúcar no sangue.


No diabete gestacional, depois que o bebê nasce, os níveis de açúcar no sangue da mamãe voltam a se equilibrar. No entanto é recomendado que  essa mulher  faça testes periódicos  para saber  se a intolerância à insulina ainda persiste, porque ela sempre apresentará uma tendência a esse tipo de problema. Os primeiros exames são realizados entre 40 e 60 dias após o parto. E, depois, devem ser repetidos a cada dois ou três anos para afastar a hipótese de um diabete tipo 2. Vale ficar atenta e adotar um estilo de vida saudável para que ele nunca dê as caras.

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