Papo de gestantes: As transformações na segunda metade da gravidez (Parte 1)

21:11



Olá meninas!! Que saudades!!
Hoje vim postar mais uma aulinha do Papo de gestantes, dessa vez, são as transformações da segunda metade da gravidez... vale muito a pena conferir!!

Espero que gostem!!
Bjinhos á todas!!


As transformações na segunda metade da gravidez


As mudanças no corpo da mulher continuam  com  o  avanço  da gestação.  Nessa etapa, elas são marcadas muito mais pelo crescimento acelerado da barriga do que pelos efeito dos hormônios. E a barriga, por sua vez,  cresce  para  acompanhar  o  bebê, que está cada vez maior.  

Entre o quinto e o sexto mês, a grávida começa a viver uma fase muito agradável. Os enjoos, provavelmente, se tornaram coisa do passado. A barriga despontou,  mas  não  está  enorme  a  ponto  de provocar algum desconforto. 

E o melhor: ela começa a sentir o bebê se mexer pra valer.  Isso lhe dá uma noção concreta de que está carregando uma criança no
ventre e, quando ela se move, é como se a mulher soubesse que tudo está bem. Aliás, é importantíssimo observar: a movimentação do bebê deve ser diária. 

Ele até pode se mexer mais em um dia, menos em outro.  Tende a se movimentar, por exemplo, quando a mulher se alimenta. O fato é que precisa se mexer todo dia. A sensação que a grávida tem desse movimento é que pode mudar. 

Lá no início da gravidez, o bebê parecia um peixinho que, de vez em quando, surgia nadando em sua barriga. A partir do quinto mês, ela começa a perceber joelhos, mãos, cambalhotas...  Essa percepção reforça o vínculo mãe/filho. E, a partir do sétimo mês,  claro,  ela  leva  muitos  chutes,  alguns até bem doloridos. 

Na  reta  final  da  gestação,  o  bebê  já não  faz  movimentos  tão  bruscos  e  às vezes a grávida até estranha,  achando que ele está  se  mexendo menos e que,
por isso, algo está errado: ora, simplesmente ele cresceu e já não há tanto espaço em sua barriga! Só por essa razão o bebê fica menos agitado.


Nessa fase — aliás, desde o sexto mês — ela pode sentir uma vontade frequente de fazer xixi. Isso porque a bexiga está espremida pelo útero grandalhão e, ao menor volume de urina, já parece lotada. Não só ela está no maior aperto: o estômago, o intestino, o diafragma... O útero, a esta altura, começa a comprimir tudo ao seu redor.  

Por isso, a grávida também pode experimentar azia, prisão de ventre e até falta de ar, mesmo  que não  tenha  feito  esforço  algum.  Nesses momentos, para recuperar o fôlego, nada melhor do que se sentar e jogar o corpo para a frente. Assim,  o peso da barriga deixa de  apertar o diafragma,  músculo envolvido  diretamente na respiração, e ela logo se normaliza.

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